Personalização de documentos? Fale connosco.

Personalização de documentos? Fale connosco.

Numa altura em que o contacto direto e próximo do cliente é cada vez mais importante, torna-se hoje em dia indispensável que uma empresa se aproveite das informações que tem sobre a sua base de dados para um contacto personalizado com o consumidor.

Personalização de documentos? Fale connosco.

Numa altura em que o contacto direto e próximo do cliente é cada vez mais importante, torna-se hoje em dia indispensável que uma empresa se aproveite das informações que tem sobre a sua base de dados para um contacto personalizado com o consumidor.

Aliás, estando nós na era da personalização, onde dispomos de uma grande abundância de informação sobre o nosso cliente, uma empresa que não “use e abuse” desses dados fica para trás.

Enviar um email marketing, uma SMS, ou mesmo uma carta no correio, que comece com um “Olá João Cordeiro” e não um simples “Olá” tem um impacto completamente diferente. Este tipo de contacto permite que as empresas se aproximem da pessoa que querem alcançar, estabelecendo um relacionamento adaptado aos seus interesses.

As marcas têm investido em ferramentas tecnológicas diversificadas porque sabem que a personalização hoje em dia é um dos fatores que impulsionam uma venda. E o que pode parecer um bicho de sete cabeças, demora 5 segundos numa plataforma preparada para o efeito. Não se trata de inserir, manualmente, essa informação. Qualquer dado que tenha sobre os seus clientes na base de dados pode ser utilizado para seu proveito em determinada plataforma, automaticamente.

Se efetua uma venda na sua loja e regista na sua base de dados o email da pessoa e os detalhes da compra pode, por exemplo, enviar-lhe uma comunicação passado uma semana a agradecer a compra. Ou a sugerir um produto semelhante que lhe poderá interessar. A isto se chama cross channel: orientar o cliente para uma nova compra.

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna e o mais reconhecido dos pensadores sobre os efeitos da globalização na economia e, em particular, nas organizações tem uma frase bastante célebre que resume tudo o que estamos aqui a dizer-lhe: “O sentido do marketing é compreender o cliente de tal maneira que produtos e serviços sejam comprados, e não vendidos.”

Se quer maximizar os seus recursos de marketing, deve pensar que todos os seus meios de comunicação com o cliente são uma forma de aumentar o seu tráfego, criar maior engagement com o cliente e, no final, concretizar uma venda.

De que forma a Ship4you o pode ajudar nesse engagement? Em muitas coisas. Mas hoje, falamos-lhe só na personalização. A Ship4you não se limita a personalizar os seus documentos apenas com o nome, sejam eles mailings, emails ou SMS. Desde que essa informação esteja na base de dados, podemos também fazê-lo com a morada, a data de nascimento, o sexo, hobbies, etc.

Além disso, damos também a possibilidade de personalizar documentos com dados/variáveis que podem ser calculados/gerados “no momento” segundo determinados critérios. Por exemplo, é possível inserir a idade do seu cliente num documento, mesmo que a idade não seja um dos dados a constar na base de dados. O que a Ship4you faz é calcular a idade da pessoa a partir da data de nascimento.

Se quiser colocar um código promocional numa comunicação, por exemplo. Tendo por base a data de nascimento e o número de cliente, podemos criar um código com esses dados para que ele seja decorado ou identificado mais facilmente. Além disso, não é necessário que esse código promocional esteja inserido na base de dados. Basta que seja gerado e fornecido em ficheiro para introduzir na plataforma que irá enviar o email ou o mailing. Diga-nos quais os critérios que quer seguir para a criação desse código, tudo o resto, fica por nossa conta.

Se estiver interessado em saber um pouco mais sobre a personalização de documentos, clique aqui.

Como converter visitantes céticos em compradores em 10 passos.

Como converter visitantes céticos em compradores em 10 passos.

A altura do Natal é uma das épocas mais agitadas para uma grande parte das empresas que vendem produtos ou serviços online.

Como converter visitantes céticos em compradores em 10 passos.

A altura do Natal é uma das épocas mais agitadas para uma grande parte das empresas que vendem produtos ou serviços online.

No entanto, é também aquela altura onde surgem mais tentativas de fraude online, o que levanta algum receio por parte do consumidor. Por isso, hoje escolhemos falar consigo sobre um tema que o poderá ajudar a vender mais na sua loja online: como converter visitantes céticos em compradores?

Eis o que deve fazer:

1. Apresente factos e estatísticas: O consumidor gosta de saber estatísticas sobre determinado produto: “25% das pessoas que visitaram a nossa loja compraram este produto”, por exemplo. Estes dados dão um certo conforto a quem os está a ler porque é sinal de que o produto é bom, tem interesse e pode impulsionar a venda. Obviamente que estes dados deverão ser reais e, caso faça sentido ter alguns “case studies”, poderá incluí-los também no seu website.

2. Ofereça um apoio “imediato”: Muitas das pessoas que visitam o seu site não o conhecem, não sabem com o que podem contar e, muitas vezes, têm dúvidas sobre determinado produto. E acabam por sentir falta daquele contacto pessoal que existe numa loja física, onde podem fazer todas as perguntas. Ter um “live chat” na sua página poderá ser uma alternativa para ultrapassar essa lacuna, permitindo ao consumidor interagir com alguém e colocar as questões que possam surgir.

3. Ofereça garantias: Lado a lado com o ceticismo de comprar online está o receio de perder algo como, neste caso, o dinheiro. O consumidor não quer sentir que, em algum momento, pode perder o seu dinheiro e a melhor forma de contornar esse problema é oferecendo a garantia de devolução total do montante caso não fique satisfeito com o produto. Use uma linguagem fácil de entender, com poucas restrições e verá que os seus visitantes se sentirão muito mais confiantes no momento de efetuar a compra.

4. Compare-se com a concorrência: Mostre a quem visita a sua página que não há melhor oferta que a sua. Compare o seu produto com o da concorrência e destaque o que o seu tem de melhor de uma forma clara e eficaz. Se possível, use estatísticas e “case studies”.

5. Tire vantagem do “Sobre Nós”: Poucas empresas dão o devido valor à secção “Sobre nós” que costuma estar nos websites e acabam por lá colocar informação pouco relevante. Falámos há pouco neste artigo que uma das principais razões porque os visitantes não compram é porque não conhecem a sua empresa. E é aqui que o “Sobre Nós” pode fazer toda a diferença. Preencha esta secção com fotografias da sede, dos funcionários, com algo que possa dar um toque mais pessoal ao website ajudando a que os visitantes se sintam mais próximos de quem está do outro lado.

6. Coloque “testemunhos” no seu website: Se a sua palavra não chega, experimente então apresentar o que os seus compradores satisfeitos têm a dizer. Muitos estudos de marketing dizem que incluir “testemunhos” num website pode elevar à conversão da compra vezes sem conta.

7. Nunca se esqueça de ter uma secção de FAQ: Quando alguém visita o seu website pela primeira vez em busca de algum produto, com certeza que terá dúvidas sobre quanto tempo demora a chegar a encomenda, qual a política de devolução, etc. Se o potencial comprador não conseguir encontrar a resposta ao que pretende vai achar, no mínimo, estranho e pensar que poderá ter alguma coisa a esconder. Qual o resultado? Vai-se embora. Certifique-se de que tem uma secção de FAQ (Frequently Asked Questions) no seu website onde responde às perguntas mais frequentes que que costumam surgir acerca dos seus produtos/serviços.

8. Coloque vídeos no seu website: O produto que tem à disposição é mais fácil de vender se o potencial comprador puder vê-lo a funcionar? Então coloque em prática a expressão “ver para crer”. Adicione à descrição do seu produto uma demonstração em vídeo que irá incutir confiança e proximidade ao visitante assim como adicionar um toque mais pessoal à sua página.

9. Aposte no design do seu website: Ninguém se vai sentir confiante se visitar o seu website e ele tiver um aspeto antigo. Um design clean e profissional dará muito mais legitimidade e credibilidade ao seu negócio online e fará uma grande diferença para que o visitante se sinta confiante para continuar a compra.

10. Veja o seu website no papel de consumidor: Antes de colocar online a sua página ponha-se no lugar do consumidor. Se visitasse o seu website, sentir-se-ia seguro para comprar os seus produtos? Colocou lá alguma informação que lhe parece não estar bem explicada ou que se afigure difícil de acreditar? O objetivo é que se aproveite do seu próprio ceticismo no seu website para ter noção se está tudo bem. Peça também opiniões a outras pessoas que lhe são próximas, também costuma ajudar.

Aproveite estas dicas para as colocar já em prática. A época natalícia é uma excelente oportunidade para começar desde já a aumentar as suas vendas. Se mesmo com este artigo surgirem mais dúvidas, já sabe, contacte-nos, teremos todo o gosto em ajudá-lo.

China e Portugal estreitam laços no E-commerce.

China e Portugal estreitam laços no E-commerce.

Sendo a China o maior mercado de comércio eletrónico mundial, esta é uma excelente notícia para Portugal.

China e Portugal estreitam laços no E-commerce.

Sendo a China o maior mercado de comércio eletrónico mundial, esta é uma excelente notícia para Portugal.

Acredita-se que a assinatura do Memorando de Entendimento assinado este mês entre Portugal e a China é uma boa notícia para o nosso país já que o maior mercado de comércio eletrónico mundial é o chinês.

A ACEPI e a sua congénere chinesa assinaram este Memorando no último dia do ciclo de conferências Portugal Digital Summit e o reforço desses laços poderá abrir uma porta de investimento para Portugal.

O presidente da ACEPI, Alexandre Nilo Fonseca, considera que “a China é já um mercado de procura para os consumidores portugueses” o que se pode verificar através da Ali Express que é a 4ª plataforma de e-commerce mais utilizada em Portugal.

Mas em que consiste esta aproximação? Este Memorando de Entendimento passa pela conceção de um programa de formação e intercâmbio entre profissionais e empresas, através do qual se pretende atrair empresas chinesas para Portugal, assim como exportar negócios portugueses para o mercado asiático.

Zhu Xiaoliang, presidente da China International E-commerce Center, adianta que o comércio chinês online já gerou mais de 582 mil milhões de dólares e que apenas 10,8% dos bens de consumo são vendidos “fisicamente”.

Um bom indicador de que este estreitamento de laços tem tudo para trazer bons negócios para Portugal.

Cristina Coelho, da Ship4you, partilhou experiências no Elite Business Women.

Fundado por Bianca Tudor, o Elite Business Women é uma comunidade de mulheres empresárias.

Fundado por Bianca Tudor, o Elite Business Women é uma comunidade de mulheres empresárias.

Veio a Lisboa promover e apoiar a liderança e a igualdade nos negócios sob o mote “They Have Succeeded”.

O evento teve lugar no Instituto Cultural Romeno, em Lisboa, e resultou numa troca de experiências e modelos de negócio de sucesso. Cristina Coelho, administradora da Ship4you, não faltou a este colóquio, juntando-se a centenas de empresárias que querem deixar a sua marca no mundo dos negócios.

O que fizeram para ter um negócio bem sucedido? Que desafios enfrentaram para seguir em frente? Que conselhos podem dar a outras empresárias? Estes e outros temas estiveram em discussão no “They Have Succeeded”.

InRetail Congress – 24 de novembro, em Oeiras.

Esta sexta edição do inRetail, dia 24 de novembro, irá focar-se nas estratégias e na personalização dos serviços de retalho para o consumidor, desde a loja mais moderna à mais tradicional.

Esta sexta edição do inRetail, dia 24 de novembro, irá focar-se nas estratégias e na personalização dos serviços de retalho para o consumidor, desde a loja mais moderna à mais tradicional.

Da experiência de compra ao serviço ao cliente, da digitalização às redes sociais e da inovação às tendências e caminhos do futuro, todos os caminhos vão dar a um objetivo comum: um consumidor cada vez mais satisfeito.

O que se pretende com este evento é que seja um espaço de interação entre todos os players e profissionais da área para discutir tendências, inovações e abordar temas como o e-commerce, customer centric, Big data, meios de pagamento ou o omnicanal.

Um evento especialmente direcionado para Ceo’s e administradores, business development managers, diretores de marketing, diretores de negócios e operações, retail managers, etc.

Entre os oradores contam-se, por exemplo, o Diretor da Zomato, Miguel Alves Ribeiro, a Diretora de Marketing da L’oreal, Mónica Serrano, o Diretor da Unicre, Gonçalo Santos Lopes, entre muitos outros.

O inRetail tem início às 9h20 e a última conversa começa às 17h30. Inscreva-se aqui.

Fórum Pilão Networking – 5 de novembro, Lisboa.

Uma reunião e troca de ideias entre antigos alunos dos Pupilos do Exército, empresários e empreendedores.

Uma reunião e troca de ideias entre antigos alunos dos Pupilos do Exército, empresários e empreendedores.

O Fórum Pilão Networking nasce da vontade de antigos alunos dos Pupilos do Exército reunirem valências e sinergias para a concretização de um projeto comum: a partilha de saberes e experiências e a criação de parcerias e negócios que sirvam de exemplo aos mais novos.

Cristina Coelho, administradora da Ship4you, estará presente neste networking para dar o seu contributo onde antigos alunos, empresários, empreendedores e quadros bem colocados nas mais variadas áreas profissionais, em Portugal e no estrangeiro, irão partilhar as suas capacidades empresariais.

Mas esta reunião não se limita apenas a ser uma troca de experiências. É uma vontade de ser solidário, de dar bons exemplos aos mais novos que ainda estão a iniciar a sua vida ativa, baseando esta vontade nos ideais republicanos dos seus fundadores.

Com lugar no Pavilhão Gimnodesportivo dos Pupilos do Exército, em Lisboa, a entrada é gratuita, mas sujeita a registo.

Consulte aqui todo o programa.

Tem um negócio de E-commerce? Tratamos das encomendas por si.

Tem um negócio de E-commerce? Tratamos das encomendas por si.

Se tem um negócio de e-commerce e não quer ter que lidar com a parte mais burocrática como a gestão e expedição das suas encomendas, não tem que procurar mais.

Tem um negócio de E-commerce? Tratamos das encomendas por si.

Se tem um negócio de e-commerce e não quer ter que lidar com a parte mais burocrática como a gestão e expedição das suas encomendas, não tem que procurar mais.

Vamos, desde já, explicar-lhe o que podemos fazer por si e de que forma a Ship4you pode tornar-se sua parceira nesta aventura.

Partindo de um exemplo concreto, imagine que precisa de uma empresa externa que lhe faça a armazenagem de artigos, a gestão de ruturas de stock e a preparação e expedição das suas encomendas.

Para começar, só precisamos que reúna e nos envie 5 tipos de documentos:

1. Ficheiro de faturas

2. Ficheiro de encomendas

3. Ficheiro de produtos gastos nessas faturas

4. Ficheiro de kits

5. Ficheiro de encomendas registadas (com tracking da transportadora)

Quando recebermos todos estes documentos via FTP (em português, Protocolo de Transferência de Arquivos), o nosso armazém irá integrá-los no sistema VPC ERP/CRM Link (ver este artigo) para a verificação e validação de dados de forma a controlar e garantir que não contém qualquer tipo de erros.

Nesta altura, estamos então em condições de avançar com a preparação das suas encomendas. O scanner confirma todas as faturas e cria mais dois tipos de documentos: um ficheiro de picking que nos vai permitir, efetivamente, preparar as encomendas; e um ficheiro de resultados que nos vai dar a informação de ruturas de stock, estados das encomendas, etc.

Poderá parecer-lhe um processo moroso, mas é isso que nos garante que nada falha e que o trabalho está a ser bem feito!

Vamos passar agora para a expedição das encomendas. Depois de garantirmos que todas foram tratadas, damos indicação ao sistema VPC ERP/CRM de que as encomendas anteriormente importadas já estão prontas para ser expedidas. O sistema abate o stock e enviamos para si o ficheiro de expedição.

Caso seja necessário, podemos também preparar um documento de tracking para enviar à transportadora que, por sua vez, nos devolve o mesmo com os números de tracking. Basta depois integrá-los nas respetivas encomendas no sistema VCP e o nosso trabalho está feito.

Como vê, com a Ship4you não tem que se preocupar com a parte mais burocrática do negócio, pois podemos fazer isso por si. A sua empresa só tem que fazer o registo das encomendas e passar-nos essa informação. A partir daí, encarregamo-nos de tudo o resto.

Se, mesmo assim, ainda tem dúvidas, contacte-nos. Estamos aqui para o ajudar!

5 razões para investir num website responsive.

5 razões para investir num website responsive.

Em primeiro lugar, é preciso explicar em que é que consiste um website responsive.

5 razões para investir num website responsive.

Em primeiro lugar, é preciso explicar em que é que consiste um website responsive.

No fundo, ele é capaz de se adaptar a várias dimensões ou resoluções de ecrãs o que faz com que todas as páginas do seu website sejam visualizadas corretamente tanto no portátil, como no computador de secretária, no tablet ou no ecrã do telemóvel.

No caso de ter uma loja online, por exemplo, este design responsive é fundamental já que, segundo o Business Insider, 60% do tráfego online provém de aparelhos móveis.

Em Portugal, 59,4% das pessoas que têm telemóvel utiliza smartphone, pelo que é aconselhável estar preparado para que, seja qual for a proveniência do dispositivo que a pessoa está a utilizar, tenha uma boa experiência de utilização ao visitar o seu site. Além disso, o facto de ter ou não um website responsive pode também ter influência nas regras de pesquisa. É o caso da modificação recente de algoritmo do Google que passou a penalizar os websites não otimizados para mobile, podendo resultar numa descida de posição no ranking dos resultados de pesquisa.

O que quer isso dizer?

A partir de agora, uma pesquisa pelo seu website no Google pode passar rapidamente de primeiro resultado para último.

Se ainda não ficou convencido, reunimos 5 razões que o vão fazer pensar se deve ou não apostar num website responsive:

1. Melhor experiência de navegação para o utilizador: se o seu website aparecer desconfigurado num smartphone ou tablet, o mais provável é que o utilizador automaticamente feche a janela e desista. E sabe o que fará a seguir? Na maior parte dos casos vai procurar o website da sua concorrência.

2. Valorização do Google: com estas novas regras que lhe falámos, os websites otimizados, isto é, responsive, passam automaticamente para os primeiros lugares nas pesquisas.

3. Alcance do público-alvo em qualquer dispositivo: seja num computador de secretária, um portátil, tablet ou smartphone, o seu website adaptar-se-á a qualquer um destes formatos.

4. Um design, vários ecrãs: todos sabemos da importância de uma identidade e imagem coerentes para uma empresa. Com um website responsive o design mantém-se igual, independentemente do ecrã onde está a ser visualizado.

5. Diminuição do tempo de espera: esta será outra das grandes potencialidades de um website responsive. Estando ajustado às várias plataformas, o utilizador não terá que esperar muito tempo para que a página carregue.

Ter um website responsive poderá ser um investimento. Mas é, sem dúvida, uma necessidade nos dias de hoje. Mesmo que surjam novos dipositivos no mercado, o seu website continuará a estar visível em qualquer ecrã.

O Instagram é a 2ª rede social mais conhecida em Portugal.

O Instagram é a 2ª rede social mais conhecida em Portugal.

Uma notícia relevante para empresas que utilizam as redes sociais para anunciar os seus produtos.

O Instagram é a 2ª rede social mais conhecida em Portugal.

Uma notícia relevante para empresas que utilizam as redes sociais para anunciar os seus produtos.

O Instagram tem vindo a ganhar terreno no mercado nacional e já é a segunda rede social mais conhecida em Portugal.

Segundo a Marktest, este segundo lugar refere-se à notoriedade total. No entanto, se falarmos em notoriedade espontânea (quando o inquérito não dá sugestão de hipóteses de resposta ao inquirido), ainda é o Twitter a ser mais reconhecido (ficando o Instagram logo a seguir).

Este resultado vem da nova edição do estudo “Os Portugueses e as Redes Sociais”, da Marktest Consulting que analisa a relação que os portugueses têm com as redes sociais. O LinkedIn ocupa a 4ª posição, enquanto o Snapchat, estreante no ranking, ficou em 5º.

Do estudo fizeram parte 4.626 utilizadores de redes sociais, residentes em Portugal Continental, e com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos.

Smartphones são os mais utilizados no tráfego das compras online.

Smartphones são os mais utilizados no tráfego das compras online.

O computador já não é o dispositivo mais utilizado no tráfego para as compras online tendo sido ultrapassado pelo telemóvel no primeiro trimestre deste ano.

Smartphones são os mais utilizados no tráfego das compras online.

O computador já não é o dispositivo mais utilizado no tráfego para as compras online tendo sido ultrapassado pelo telemóvel no primeiro trimestre deste ano.

Apesar de ser uma diferença percentual mínima, estes dados divulgados pela Demandware (uma empresa comprada recentemente pela Salesforce.com), revelam que os smartphones representaram 45,1% do tráfego nos sites de e-commerce comparativamente aos 45% dos computadores, entre janeiro e março.

Estes dados referem-se ao mercado norte-americano mas servem de referência para o resto do mundo. A diferença pode ser agora mínima, mas demonstra que estes números deverão continuar a crescer nos próximos meses e prevê-se mesmo que, no final de 2017, os smartphones serão responsáveis por 60% de todo o tráfego em sites de comércio eletrónico. No entanto, se falarmos da concretização da compra propriamente dita, essa continua a ser mais reduzida nos smartphones, 11% abaixo do registado entre os computadores.

Este estudo vem complementar outro realizado pela ComScore que revelou que as vendas online através de dispositivos móveis triplicaram do segundo trimestre de 2013 ao final de 2015.

O seu site é mobile friendly? Pense nisso.