A entrega do ficheiro SAFT às Finanças foi antecipado para dia 20 do mês seguinte.

A entrega do ficheiro SAFT às Finanças foi antecipado para dia 20 do mês seguinte.

aqui falámos do módulo de certificação de faturas – o ficheiro SAFT – que vem facilitar a recolha de dados fiscais dos contribuintes para comunicar às Finanças.

A entrega do ficheiro SAFT às Finanças foi antecipado para dia 20 do mês seguinte.

aqui falámos do módulo de certificação de faturas – o ficheiro SAFT – que vem facilitar a recolha de dados fiscais dos contribuintes para comunicar às Finanças.

Mas, se até agora, a data de envio do ficheiro SAFT para a Autoridade Tributária era até dia 25 do mês seguinte, com o Orçamento de Estado de 2017 foi antecipada para dia 20.

Inicialmente, a proposta englobava a antecipação do prazo para dia 8, o que foi considerado uma mudança muito repentina. Então, chegou-se agora a um consenso, que entrou em vigor já a partir de fevereiro, mas que não é definitivo. Prevê-se uma continuidade na redução para dia 15 em 2018 e dia 8 em 2019.

Esteja então atento para não falhar no seu prazo de entrega do ficheiro SAFT.

“Queremos conquistar o mercado português”.

“Queremos conquistar o mercado português”.

O Observatório INSIGHT foi criado através de uma parceria entre a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) e a E-Monitor para compreender a realidade da internacionalização das PME.

“Queremos conquistar o mercado português”.

O Observatório INSIGHT foi criado através de uma parceria entre a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) e a E-Monitor para compreender a realidade da internacionalização das PME.

Os resultados do inquérito foram apresentados numa cerimónia que teve lugar no dia 12 de janeiro, na Câmara do Comércio, em Lisboa.

Entre 1000 empresas abordadas, este primeiro inquérito contou com as respostas de 873 PME: 30% do setor industrial, 25% dos transportes, alojamento e serviços de “porta aberta” e 15% do comércio a retalho. Uma taxa de resposta de 87,3% que Rui Dias Alves, responsável do projeto, considerou um sucesso.

Em suma, uma das maiores conclusões a retirar deste estudo é a de que as empresas têm noção que precisam da internacionalização para ter sucesso e, de facto, concretizam essa ideia. 35% das empresas internacionalizadas já estão presentes em mais de cinco mercados, maioritariamente, em Espanha (51%), Angola (43%) e França (41%).

Um desses casos é, precisamente, a Ship4you, uma das empresas inquiridas com forte presença em França que se justifica pela predisposição dos franceses para as compras online. Cristina Coelho, CEO da Ship4you, entrevistada no âmbito deste estudo, lamentou ao ECO – portal de notícias sobre Economia Online – a dificuldade em conquistar o mercado português, pois é um dos seus grandes objetivos. No entanto, considera que “o mercado externo tem chegado para aguentar o negócio, que se afirma intermitente, devido à dependência constante das vendas dos seus clientes”.

A Ship4you é, precisamente, um exemplo real da capacidade de ajustamento das PME portuguesas: “Temos a facilidade de por em prática testes em mercados como a Ucrânia, porque o nosso sistema tem essa capacidade de falar várias línguas. Neste momento, estamos a receber e a registar encomendas em japonês.”, adiantou Cristina Coelho.

A CEO acrescenta ainda que o que se faz em Portugal é bom e deve ser aproveitado ao máximo: “Tenho cá os armazéns e faço expedições daqui para França, utilizando os nossos correios e as pessoas perguntam-me porquê. Tem a ver com a nossa capacidade de desenrasca, de conseguirmos dar a volta a determinado tipo de soluções, com a nossa qualidade de serviço e com a qualidade de serviço dos nossos correios que, contra tudo e contra todos, têm qualidade”.

Quer saber melhor o que faz a Ship4you? Consulte o nosso site, aqui.

Share Algarve – 4 de fevereiro, Vilamoura.

É já no sábado, dia 4 de fevereiro, que se realiza no Hotel Crowne Plaza, em Vilamoura a 1ª Conferência de Marketing Digital no Algarve.

É já no sábado, dia 4 de fevereiro, que se realiza no Hotel Crowne Plaza, em Vilamoura a 1ª Conferência de Marketing Digital no Algarve.

Com o objetivo de facilitar a partilha de conhecimento entre profissionais e empresários, este evento vai promover o debate sobre a evolução e o futuro do marketing.

Além de discutir as mudanças que se deram na área nos últimos anos, vão também ser debatidas as novidades que aí vêm no Google, Instagram, YouTube, LinkedIn ou Snapchat.

Com círculos de palestras, debates e networking, a Share Algarve destina-se especialmente a diretores de marketing e comunicação, empresários e CEO’s, comerciais, empreendedores, profissionais de SEO ou social media, entre muitos outros que tenham interesse em participar.

Para isso, basta inscrever-se no site do evento aqui.

Os bilhetes custam 90€ e todo o programa pode ser consultado aqui.

E-commerce Berlin Expo – 2 de fevereiro, Berlim, Alemanha.

Faltam poucos dias para a segunda edição do E-commerce Berlin Expo.

Faltam poucos dias para a segunda edição do E-commerce Berlin Expo.

A ter lugar na Station Berlin, na Alemanha, promete unir as maiores empresas de e-commerce num só lugar. Para este ano, a organização espera cerca de 3000 visitantes e 90 expositores.

Os principais especialistas do setor vão partilhar os seus conhecimentos sobre temas como o e-commerce nos diferentes mercados, a influência que as diferenças culturais poderão ter nas vendas – comparando as estratégias alemã e americana – ou o caso particular do mercado de e-commerce alemão. Os visitantes terão também a oportunidade de participar em apresentações sobre as tendências atuais do comércio eletrónico.

A entrada é gratuita mas requer inscrição prévia. Para isso, basta aceder aqui.

Quer uma solução para gerir o seu crédito vencido?

Quer uma solução para gerir o seu crédito vencido?

Quando estamos perante uma conjuntura económica pouco favorável, nomeadamente em contexto de austeridade e ausência de crescimento económico, o risco de aumento dos montantes de crédito vencido também se torna mais elevado.

Quer uma solução para gerir o seu crédito vencido?

Quando estamos perante uma conjuntura económica pouco favorável, nomeadamente em contexto de austeridade e ausência de crescimento económico, o risco de aumento dos montantes de crédito vencido também se torna mais elevado.

É, por isso, imprescindível fazer uma antecipação desses problemas e uma correta gestão destes casos.

Uma boa política de gestão de créditos e cobranças passa por adotar, desde o início, um bom acompanhamento dos clientes, prevenindo antecipadamente situações de incumprimento e evitando males piores, como a cobrança difícil. A fixação de processos, regras e procedimentos a seguir internamente em caso de incumprimento do comprador são, sem dúvida, um bom procedimento para começar – é nisso que a Ship4you o pode ajudar.

O sistema VPC ERP/CRM Link que já lhe falámos aqui permite-lhe gerir o processo de gestão de crédito vencido automaticamente. Basta que o serviço a clientes faça, de início, uma parametrização de como pretende que o mesmo decorra. Depois de definidos os parâmetros iniciais, todo o processo é feito de forma automática.

Deste setup inicial faz também parte a criação das cartas individuais com os documentos vencidos, sendo que todas elas são compostas por textos personalizados. Estas cartas podem também ser desenvolvidas pela Ship4you, encaixando-se no nosso serviço de impressão e personalização de documentos.

Se pretende facilitar e acelerar o seu processo de gestão de crédito vencido, esta poderá ser uma solução bastante fiável e que lhe poderá agilizar todo o processo. Por isso, fale connosco, teremos todo o prazer em explicar-lhe como podemos ajudar.

O que nos espera no digital em 2017?

O que nos espera no digital em 2017?

Numa perspetiva global, a evolução do uso da internet em Portugal tem sido bastante positiva e podemos dizer que as taxas de crescimento estão acima das registadas noutros mercados europeus.

O que nos espera no digital em 2017?

Numa perspetiva global, a evolução do uso da internet em Portugal tem sido bastante positiva e podemos dizer que as taxas de crescimento estão acima das registadas noutros mercados europeus.

Se em 2015, 30% dos portugueses fizeram compras online, ultrapassando os 3,8 mil milhões de euros, estima-se que este número mais do que duplique até 2025, atingindo os 9,1 mil milhões de euros.

Mas uma vez que grande parte deste investimento é ainda feito em sites internacionais como o eBay, a Amazon ou o Booking, registando-se também um crescimento significativo de plataformas chinesas, como a AliExpress, é importante que as empresas portuguesas tenham conhecimento destes números. Ao investirem no online e colocarem os seus produtos à venda em plataformas eletrónicas irão reter clientes nacionais e atrair consumidores internacionais.

Crescimento do E-commerce acima da média europeia

Na sessão de abertura do Portugal Digital Week, o presidente da ACEPI, Alexandre Nilo Fonseca, apresentou os resultados do estudo que a Associação da Economia Digital realiza todos os anos para analisar a evolução do uso da internet, do comércio eletrónico e da presença online das empresas em Portugal. Deixamos-lhe algumas reflexões:

Se em 2010 metade da população portuguesa utilizava a internet, o ano passado essa percentagem aumentou para 70%, apesar de se manter ainda abaixo da média europeia. No entanto, a previsão para 2025 é que cerca de 90% dos portugueses estarão online.

Houve um crescimento de 15,7% no e-commerce em Portugal, ficando acima da média europeia (13,3%).

45% das compras online dos portugueses foram feitas em sites estrangeiros como o eBay, a Amazon, ou o Booking, e os itens mais comprados foram alojamento, bilhetes de transporte, vestuário e acessórios de moda.

As apps mais utilizadas foram o Netflix (16%), a Uber (11%) e o Airbnb (9%).

38% de todas as empresas portuguesas têm página na internet e só as que têm uma maior dimensão apostam no formato virtual (97%). Mas com esta crescente utilização da internet no dia-a-dia dos portugueses, é cada vez mais importante que as empresas aproveitem esta corrente.

As redes sociais têm despertado algum interesse por parte das empresas uma vez que são vistas como um meio de publicidade gratuito e atrativo e, por isso, 60% têm um perfil criado nas redes sociais.

A aposta no comércio eletrónico não é tão evidente, pois apenas 17% de todas as empresas ligadas ao ramo faz negócio desta forma.

Apesar de ainda haver um longo caminho a percorrer, o presidente da Acepi, Alexandre Nilo Fonseca, considera que Portugal já vê o digital como uma ferramenta importante para o crescimento do mercado empresarial.

O recente lançamento do selo Confio.pt, numa parceria entre a ACEPI, a DNS.pt e a DECO trouxe também uma consolidação do mercado, conferindo mais credibilidade às lojas online através de um selo de segurança também reconhecido na Europa.

Selo Confio pretende melhorar as vendas no mercado internacional.

Selo Confio pretende melhorar as vendas no mercado internacional.

O lançamento do selo Confio ainda é bastante recente mas a promessa de uma melhoria na credibilidade do ecommerce e de um incremento das vendas para o mercado internacional tem feito com que as empresas portuguesas respondam com bastante interesse e já há algumas a exibi-lo.

Selo Confio pretende melhorar as vendas no mercado internacional.

O lançamento do selo Confio ainda é bastante recente mas a promessa de uma melhoria na credibilidade do ecommerce e de um incremento das vendas para o mercado internacional tem feito com que as empresas portuguesas respondam com bastante interesse e já há algumas a exibi-lo.

Já aqui anunciámos em que consiste este selo, resta-nos agora contar-lhe as últimas novidades. Para oferecer maiores garantias aos consumidores levando, consecutivamente, a um aumento das vendas, houve um reforço das exigências aos sites de ecommerce, nomeadamente quando falamos da defesa do consumidor, já que passou a ser obrigatória a adesão das empresas a mecanismos de Arbitragem ao Consumo.

O pedido e concessão do selo Confio.pt são realizados online através do preenchimento de um formulário que contém todos os requisitos necessários para a sua atribuição. Nele consta o Código de Conduta que passa por várias etapas desde a privacidade, proteção de dados, proteção de menores, pagamentos e encomendas, gestão de reclamações, segurança, arbitragem, entre outras.

Se tem interesse em adquirir este selo para o seu site de ecommerce e já é acreditado pela Acepi (Associação da Economia Digital) terá um pouco menos de burocracia pela frente. Todas as empresas antes acreditadas por esta organização – uma das criadoras do selo, a par da Deco e da DNS.pt – verão o processo de auditoria simplificado para este novo selo uma vez que muitas das atuais exigências já se verificavam.

Novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados chega em maio de 2018 mas já está a dar que falar.

Novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados chega em maio de 2018 mas já está a dar que falar.

Algumas empresas já estão preocupadas com o que irá acontecer com estas novas regras.

Novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados chega em maio de 2018 mas já está a dar que falar.

Algumas empresas já estão preocupadas com o que irá acontecer com estas novas regras.

Promete ser uma dor de cabeça para as empresas apesar de só entrar em vigor em maio de 2018. O novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados terá novas regras que afetam quase todos os setores de atividade.

Numa altura em que quase tudo o que fazemos e compramos envolve dados pessoais, este novo regulamento vem proteger a privacidade dos consumidores e por isso já há muitas empresas preocupadas com isso. Daniel Reis, advogado da PLMJ e especialista em telecomunicações e tecnologias da informação, explicou há dias à TSF que é contactado quase todos os dias por empresas que não sabem como interpretar as novas regras.

No fundo, as empresas terão que respeitar uma série de regras para garantir a segurança dos dados pessoais dos seus clientes e dizer o que pretendem fazer com essas informações de uma forma muito mais restrita do que a que existe hoje em dia.

A detenção de uma base de dados, como já falámos noutros artigos, é das coisas mais importantes de uma empresa mas também é muito sensível e tem que ser tratada com muito cuidado.

Seminário “Revolução Tecnológica e Digital em Curso” – 6 de dezembro, Lisboa.

A organização é da Lisbon School of Economics & Management, da Universidade de Lisboa.

A organização é da Lisbon School of Economics & Management, da Universidade de Lisboa.

É já no dia 6 de dezembro que o grupo de Economia e Sociedade (GES) organiza o seminário subordinado ao tema “A Revolução Tecnológica e Digital em Curso e os seus Impactos na Economia e na Sociedade”, com o apoio do SOCIUS (Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações) e do CISEP (Centro de Investigação Sobre Economia Portuguesa).

O texto é da autoria de Elsa Ferreira e Cláudio Teixeira (GES) com comentários de João Cravinho e moderação de Manuel Brandão Alves. Realiza-se no Anfiteatro 2 (Sala Novo Banco, Ed. Quelhas, 4º piso) do Instituto Superior de Economia e Gestão, entre as 18h e as 20h e a entrada é livre.

Conferência Economia Digital e Direito – 13 de dezembro, em Lisboa.

É já no dia 13 de dezembro, a partir das 9 horas, que o Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados, a Acepi (Associação da Economia Digital) e a DNS.pt organizam juntos a 2ª Edição da Conferência Economia Digital e Direito.

É já no dia 13 de dezembro, a partir das 9 horas, que o Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados, a Acepi (Associação da Economia Digital) e a DNS.pt organizam juntos a 2ª Edição da Conferência Economia Digital e Direito.

O evento vai contar com alguns dos mais conceituados especialistas nacionais para falar sobre o futuro da economia digital. O tema principal será o impacto da proteção de dados no domínio do ecommerce, com um especial enfoque nas novas regras constantes do Regulamento Geral de Proteção de Dados, é um dos Pilares do Mercado Único Digital.

O regime aplicável à venda e disponibilização de conteúdos online e os instrumentos de reforço da confiança e proteção dos consumidores online serão também outros dos temas a tratar nesta 2ª edição da Conferência Economia Digital e Direito.

A participação é limitada à capacidade do auditório, por isso, inscreva-se em eventos@acepi.pt o através do número 21 797 18 85 e garanta já o seu lugar!