A Ship4you já está preparada para o dia 25 de maio.

A Ship4you ju00e1 estu00e1 preparada para o dia 25 de maio.

Se ainda não fez o check a todos os pontos do RGPD não se preocupe, nós já fizemos e estamos aptos para o ajudar e continuar a prestar um serviço de qualidade e de confiança.

A Ship4you ju00e1 estu00e1 preparada para o dia 25 de maio.

Se ainda não fez o check a todos os pontos do RGPD não se preocupe, nós já fizemos e estamos aptos para o ajudar e continuar a prestar um serviço de qualidade e de confiança.

Sendo a Ship4you uma empresa que, pela natureza do seu negócio, lida, trata e manipula dados pessoais, desde há muito que temos estado atentos às alterações e adaptações que têm sido feitas ao nível dos regulamentos da proteção de dados pessoais. Aliás, a nossa parceria com empresas que operam em países europeus, tais como França ou Alemanha, obriga-nos a estar constantemente atentos a este tipo de alterações.

É por isso mesmo que já nos sentimos bastante familiarizados com as exigências que o RGPD está, atualmente, a incutir às empresas. No entanto, não esgotamos a nossa vontade de querer saber sempre mais em prol de um melhor serviço aos nossos clientes por isso, para nós, há sempre espaço para uma melhoria de processos já existentes. E é nesta vertente que nos iremos focar, mesmo para além do dia 25 de maio de 2018 (dia em que termina o período de transição).

Vamos apostar em melhorar os nossos procedimentos técnicos e administrativos no que toca à segurança da transferência de dados e comunicação com clientes e parceiros e, pretendemos também ter todos os nossos processos devidamente documentados.

Numa outra instância, com todos os nossos conhecimentos e experiência, estaremos sempre prontos a apoiar os nossos clientes e parceiros na tarefa de também eles se adaptarem às novas realidades. Por isso, queremos desde já que saiba que em todos os projetos que realizar connosco poderá contar com o nosso aconselhamento sobre o RGPD.

Já fez check a todas as regras do RGPD?

Ju00e1 fez check a todas as regras do RGPDP?

Já tem os processos da sua empresa em conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados?

Ju00e1 fez check a todas as regras do RGPDP?

Já tem os processos da sua empresa em conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados?

Faltam pouco mais de três meses para o fim do período de transição para este novo regulamento (25 de maio). Se não tem, é tempo de se apressar, e nós vamos ajudá-lo a fazer check a todos os pontos.

Mas, antes de avançarmos com a checklist, recordamos aqui o artigo onde explicamos em que consiste este novo regulamento que vai proteger os dados pessoais da comunidade.

Percorra agora a checklist que o blogue “Tudo sobre Ecommerce” preparou (e que nós fomos buscar para si) para o ajudar a ter a certeza que a sua empresa está em conformidade com o Regulamento Geral da Proteção de Dados. Atenção, na sua maioria, estas regras aplicam-se tanto ao marketing digital, como ao marketing direto.

1. Gestão

Resumidamente, o RGPD irá assegurar-se que as empresas vão ter como um dos principais focos uma boa gestão e proteção dos dados pessoais dos seus clientes começando pela sua privacidade que até agora era ignorada. Por isso, tente incutir na mente dos seus colaboradores, as seguintes preocupações:

– Atualização do regulamento interno: procure transmitir todas as ações tomadas que levem a sua empresa a agir em conformidade com este novo regulamento, incluindo uma lista de todos os colaboradores que lidam com dados pessoais.

– Atualização dos termos e condições do site: a maior parte dos termos e condições dos sites são bastante longos e confusos para quem os lê. Tente ser mais transparente e direto ao refletir as novas políticas de proteção de dados.

– Avaliação da recolha de dados: pare para pensar se toda a informação que recolhe dos seus clientes é realmente necessária para a sua empresa. Se não for, para quê continuar a pedir? Além disso, todos os dados que recolher deverão estar discriminados no regulamento interno com a devida explicação do porquê de os recolher.

– Avaliação da necessidade de formação aos colaboradores: cumprir o novo regulamento do RGPD não é um bicho de sete cabeças, mas é um assunto delicado que, se não for bem tratado, pode levar a multas muito altas. Avalie bem se será, ou não, necessária essa formação.

2. Provas

Este é um dos temas fulcrais no RGPD: a sua empresa deve ter documentação que comprove, em caso de auditoria, que todos os dados foram consentidos e em conformidade com a lei. Para isso, é importante também mostrar o regulamento interno (falado no ponto anterior) ao potencial auditor de forma a demonstrar que a sua empresa se adaptou ao RGPD e que adotou novas políticas para proteger os dados pessoais.

3. Consentimentos

O novo RGPD é em muito semelhante à lei referente ao processamento de dados pessoais vigente desde 1995. No entanto, o mais recente obriga a outro tipo de exigências para um determinado contacto ter um consentimento válido. Considere, neste caso, os seguintes pontos como os que não deve mesmo descurar:

– Tenha a certeza de que todos os dados que tem na sua base de dados foram recolhidos com consentimento prévio. Se não foram, pense numa forma de conseguir recolher esse consentimento para poder continuar a comunicar com eles no futuro.

– Certifique-se de que a plataforma digital que utiliza permite essa gestão de consentimentos pois é muito importante que o utilizador possa, a qualquer momento, alterar essa autorização na sua área de cliente, ou até mesmo apagar a sua conta. Para o Marketing Direto deve ser implementado um processo, offline, que também permita esta gestão de consentimentos.

– Seja o mais descritivo possível quando for recolher o consentimento do seu cliente. Em vez de dizer “Autorizo que a empresa X me envie emails de marketing”, substitua por “Autorizo que a empresa X me envie emails com promoções”; “Autorizo que a empresa X me envie emails com vales de desconto”; “Autorizo que a empresa X me envie emails acerca das minhas encomendas”. Enviar, simplesmente, um consentimento para os Termos e Condições do site não serve de prova de recolha de consentimento se o utilizador não fizer o opt-in. O mesmo se aplica aos processos do Marketing Direto.

4. Cookies

Ao nível das plataformas digitais, os cookies que até agora eram tratados como um simples alerta de aceitação ou não aceitação da sua política, apesar de não estarem diretamente ligados à recolha de dados pessoais, têm formas de cruzamento de informação que levam à identificação de uma pessoa. Por essa razão, embora os cookies apenas identifiquem indiretamente a pessoa, o RGPD considera que são dados pessoais. Considere então como principais preocupações, neste caso:

– Gestão de cookies: recomendamos que tenha uma gestão de cookies que permita a possibilidade do utilizador aceitar ou recusar os cookies, parcial ou totalmente. Cada tipo de cookie deve ser explicado ao utilizador e nunca lhe recuse o acesso ao site mesmo que ele não aceite todas as cookies

– Caso o utilizador não tenha qualquer reação às cookies, o website não deve gravar nenhuma no seu browser, e recomendamos que o aviso continue visível até que o visitante realize alguma ação.

5. Dados Pessoais (Bases de Dados)

Segundo o RGPD, deve ter uma base legal para processar os dados pessoais que tem do seu lado, seja o nome e o email ou quaisquer outros dados que identifiquem uma pessoa. Assim sendo, certifique-se que faz um check a:

– Partilha de base de dados: se tinha por hábito partilhar a sua base de dados com terceiros, esqueça, caso o utilizador não tenha dado consentimento para tal. Se comprava ou alugava bases de dados, esqueça também, caso essas bases de dados não estejam em conformidade com o RGPDP. Caso prefira criar a sua própria base de dados, reavalie a sua estratégia de marketing construa uma base de dados de clientes que tenham realmente interesse na sua marca, e tenha assim uma base de dados em conformidade com o RGPD.

Estes são os pontos fulcrais que deve “picar” antes do fim do período de transição para o RGPD, em maio, se quer seguir à risca todas as orientações deste regulamento. Aconselhamos que comece, desde já, a implementação das mesmas, ou a melhorar, para poder fazer tudo com tempo e para que a sua empresa e os seus colaboradores se adaptem aos poucos a esta realidade.

Novas regras para geoblocking e IVA diminuem obstáculos à adoção do e-commerce na UE.

Novas regras para geoblocking e IVA diminuem obstu00e1culos u00e0 adou00e7u00e3o do e-commerce na UE.

Boas notícias para empresas e consumidores que compram e vendem online.

Novas regras para geoblocking e IVA diminuem obstu00e1culos u00e0 adou00e7u00e3o do e-commerce na UE.

Boas notícias para empresas e consumidores que compram e vendem online.

O início do ano trouxe boas notícias para empresas e consumidores que compram e vendem online, com a aprovação de novas regras referentes ao IVA e ao Geoblocking, destinadas a estimular o mercado do comércio eletrónico.

Anteriormente encarada como um dos principais obstáculos para a adoção e expansão do comércio, esta novo sistema “irá tornar ais fácil para consumidores e empresas, em particular startups e PMEs, comprar e vender bens e serviços, além-fronteiras, online”, escreve a Comissão Europeia numa nota oficial.

O objetivo é tornar a distribuição das receitas mais justa entre os Estados-membro, assegurando que o consumidor final irá pagar o IVA aplicável no seu país. Consequentemente, esta regra ajudará também a que os Estados-membro recuperem os cerca de 5 mil milhões de euros em IVA perdidos, todos os anos, neste tipo de transações.

Esta nova legislação relativa a venda de bens e serviços online irá entrar em vigor de forma faseada, de acordo com um calendário que se estende até 2021.

Outra das mudanças anunciadas refere-se ao registo único das empresas que pretendam vender online, numa única plataforma, o VAT One Stop Shop, em vez da atual medida que exige o registo nos sistemas de IVA de cada país da União Europeia onde queiram fazer negócio.

Relativamente ao Geoblocking, após muitas negociações, o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão anunciaram ter chegado a um acordo político para a adoção de legislação que coloca um ponto final às limitações geográficas injustificadas.

Para o consumidor final, estas novas alterações significam que poderão adquirir objetos ou serviços online tanto no seu país como no estrangeiro. Enquanto para as empresas, o fim desta medida traduz-se numa maior segurança jurídica para operarem noutros países que não o seu.

No entanto, estas diretrizes revelam três situações pré-definidas onde não há justificação nem critérios definidos que fundamentem um tratamento diferenciado dos consumidores em função do Estado-membro, nomeadamente: a venda de bens sem entrega física, a venda de serviços prestados por via eletrónica e a venda de serviços prestados num local físico específico.

CTT com novo serviço: CTT e-segue.

CTT com novo serviu00e7o: CTT e-segue.

Um projeto piloto com a duração de um ano que vai permitir que os clientes levantem as suas encomendas em cacifos automáticos.

CTT com novo serviu00e7o: CTT e-segue.

Um projeto piloto com a duração de um ano que vai permitir que os clientes levantem as suas encomendas em cacifos automáticos.

Foi lançado no dia 10 de novembro o novo serviço dos CTT, o CTT e-segue para dar uma melhor resposta aos negócios de e-commerce. Um projeto piloto que terá a duração de um ano em Lisboa e que vai permitir que, numa primeira fase, os clientes possam levantar as suas encomendas em cacifos automáticos posicionados em zonas de muito movimento. Esta evolução permite que as encomendas passem a estar disponíveis para recolha até 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Tecnicamente denominados de Parcel Lockers, esta nova proposta amplia a escolha dos clientes, juntando-se às já existentes: a entrega ao domicílio e os mais de 1000 pontos de recolha CTT espalhados pelo país.

Os primeiros cinco locais onde estes cacifos automáticos estão presentes são o Parque de Estacionamento dos Restauradores, o Centro Comercial Atrium Saldanha, a Estação de Comboios de Entrecampos, a Estação de Serviço Galp da 2ª Circular e o edifício-sede dos CTT, no Parque das Nações.

Este novo projeto dos CTT vem colmatar uma crescente necessidade reclamada pelos clientes de conveniência na receção de objetos comprados em sites de e-commerce, nomeadamente, no levantamento dos mesmos em horário pós-laboral.

O Encarregado de Proteção de Dados – 5 a 28 de fevereiro, Lisboa.

Este curso prático irá ajudá-lo a preparar-se para a nova lei. Nós vamos fazê-lo.

Este curso prático irá ajudá-lo a preparar-se para a nova lei. Nós vamos fazê-lo.

O curso prático de Encarregado de Proteção de Dados vem colmatar a necessidade de conhecer as linhas orientadoras e o Regime Jurídico da proteção de dados pessoais segundo o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho.

Tendo como principais destinatários diretores, quadros superiores, gestores, técnicos superiores, assistentes técnicos e todos os colaboradores, designados para exercer funções de encarregado de Proteção de Dados, o curso realiza-se ao longo do mês de fevereiro nos dias 5, 12, 13, 14, 19, 20, 22, 26, 27 e 28 no Centro de Formação AIP, em Lisboa.

No final da ação de formação, os participantes deverão saber:

– conhecer as Linhas Orientadoras e o Regime Jurídico da proteção de dados pessoais segundo o Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho;

– identificar as funções específicas do encarregado de proteção de dados;

– identificar as questões práticas relacionadas com o tema nomeadamente: gestão da carreira, relações com a administração e demais órgãos decisores da empresa;

– identificar as fases da Auditoria Interna de Implementação do Regulamento;

– identificar GAPS existentes entre a prática e o exigido no Regulamento;

– propor a adoção de medidas essenciais ao cumprimento do estatuído no Regulamento.

Como nos preocupamos diariamente em prestar um serviço de qualidade aos nossos clientes, a Ship4you tem participado em diversas formações e sessões de esclarecimento para que os dados dos seus clientes estejam sempre seguros. Não poderíamos faltar também a este e já garantimos o nosso lugar no curso de Encarregado de Proteção de Dados.

Se este tema for igualmente do seu interesse, consulte todas as informações aqui e inscreva-se também. O curso tem a duração de 30h, entre as 18h30 e as 21h30.

SHARE Algarve – 2 e 3 de fevereiro, Vilamoura.

É a segunda edição destas conferências de Digital Marketing que terão lugar no Anantara Vilamoura Resort.

É a segunda edição destas conferências de Digital Marketing que terão lugar no Anantara Vilamoura Resort.

Devido ao êxito da 1ª edição da SHARE Algarve, que reuniu o ano passado 30 oradores e uma audiência de 350 participantes, não fazia sentido ficar por aqui, por isso, a 2ª edição este evento realiza-se já nos próximos dias 2 e 3 de fevereiro, em Vilamoura.

Descrita como uma experiência de imersão e networking, com o objetivo de conectar profissionais e empresários do universo do Marketing e Comunicação, na SHARE Algarve poderá assistir a conferências, painéis de discussão e trocar ideias com outros profissionais.

Um evento que pretende superar as expectativas alargando os seus horizontes através da “participação de oradores nacionais e internacionais, acolhendo uma audiência qualificada nas áreas do marketing, hotelaria e turismo”, adianta a organização.

Por esta razão, conte com uma edição integralmente em inglês, com o pretexto de enquadrar os oradores internacionais, alargando assim as suas barreiras geográficas e integrando no seu painel de oradores de 6 países diferentes. São esperados nomes como, Ana Mendes (Facebook Expert), Daria Dovopianova (TEDx Speaker), Logan Young (Co-Founder BlitzMetrics), Paulo Faustino (Get Digital), entre outros.

Por esta razão, conte com uma edição integralmente em inglês, com o pretexto de enquadrar os oradores internacionais, alargando assim as suas barreiras geográficas e integrando no seu painel de oradores de 6 países diferentes. São esperados nomes como, Ana Mendes (Facebook Expert), Daria Dovopianova (TEDx Speaker), Logan Young (Co-Founder BlitzMetrics), Paulo Faustino (Get Digital), entre outros.

Serão abordadas temáticas enquadradas na área do marketing, com um maior enfoque em temas relacionados com Hotelaria, Turismo e Golfe, sendo eles:
Social Media
SEO & PPC
Inbound & Content
Performance
Estrátegia & Inovação
Branding & Comunicação
Storytelling
Influênciadores
Golf
Hospitalidade

No final de todas as apresentações e painéis haverá uma componente interativa entre oradores e participantes com momentos de perguntas e respostas.

A SHARE Algarve pretende ser uma oportunidade para os profissionais da área do Marketing e Comunicação (ou a todos aqueles que querem saber um pouco mais sobre os canais digitais) aprenderem diretamente com os especialistas da indústria, trabalharem em rede e partilharem informações de qualidade e estabelecerem relações incentivando o networking ao longo de todo o evento.

Os bilhetes estão à venda por 130€ e ainda vai a tempo de comprar o seu, por isso, garanta já o seu lugar aqui.

Tendências de E-commerce em 2018.

Tendu00eancias de E-commerce em 2018.

A entrada no novo ano requer uma análise das principais tendências para 2018 referentes ao universo de e-commerce e à sua ligação com a evolução do mundo digital assim como qual a sua influência junto dos consumidores.

Tendu00eancias de E-commerce em 2018.

A entrada no novo ano requer uma análise das principais tendências para 2018 referentes ao universo de e-commerce e à sua ligação com a evolução do mundo digital assim como qual a sua influência junto dos consumidores.

Para isso, reunimos para si as cinco tendências (às quais acrescentámos mais duas) que a Adweek aponta como fundamentais e a ter em conta ao longo dos próximos 12 meses. Todas elas têm um objetivo em comum – deixar o consumidor mais satisfeito.

Aqui vão elas:

1. O consumidor em primeiro lugar

Uma tendência geral para qualquer área em 2018 é a personalização. As marcas terão de estar atentas às necessidades dos consumidores e tentar ir ao encontro das mesmas, antecipando desejos e personalizando os seus serviços/produtos. A inteligência artificial poderá vir a ter um papel fundamental neste ponto, oferecendo recomendações antecipadas aos seus utilizadores.

2. Esperam-se mais lojas pop-up e uma melhor experiência de retalho

As lojas pop-up surgem para dar uma nova vida ao retalho, reconfigurando a experiência do consumidor com novos serviços como pontos de levantamento e Concierges.

3. Olá, compra por Voz

É uma das mais interessantes tendências apontadas para as áreas de comércio eletrónico: a compra de artigos através da utilização da voz. Uma ferramenta que poderá não ser implementada e utilizadas por todas as áreas de e-commerce, mas que deverá ser levada a sério.

4. A realidade aumentada veio para ficar

Observámos no ano passado uma grande aceitação e procura por parte do consumidor de aplicativos com a utilização de realidade virtual. Foi o caso de jogos como o Pokemon Go ou de ferramentas como a simulação implementada no catálogo da marca IKEA. Esta tendência cria uma experiência mais envolvente com o consumidor e é algo em que o comércio eletrónico deve apostar.

5. Chegou o ano da diversidade

Com todas as histórias que têm vindo a público, ao longo de 2017, sobre discriminação de género e assédio sexual, prevê-se que este será o ano da diversidade. Também o e-commerce deverá acompanhar esta tendência e aumentar a sua gama de produtos, de forma a criar uma oferta mais abrangente para todos os tipos de pessoas.

6. Streaming

É um serviço cada vez mais utilizado e começa a ser implementado na maioria das redes sociais. O consumidor não resiste à visualização de um vídeo ao vivo e esta funcionalidade poderá ser aproveitada pelos negócios de e-commerce, implementando este tipo de conteúdos nos seus sites ou plataformas digitais.

7. Influenciadores

Esta é uma tendência cada vez mais utilizada, tanto para as marcas ganharem mais reconhecimento entre os consumidores como em técnicas de venda de produtos/serviços. Tendo em conta as novas opções de bloqueio de anúncios, os influenciadores vão ser uma das grandes tendência do marketing digital para 2018, para chegar aos mais diversos públicos.

Há 6 anos consigo. Obrigada!

Hu00e1 6 anos consigo. Obrigada!

Na comemoração dos 6 anos da Ship4You não resistimos a fazer um balanço e a dizer OBRIGADA.

Hu00e1 6 anos consigo. Obrigada!

Na comemoração dos 6 anos da Ship4You não resistimos a fazer um balanço e a dizer OBRIGADA.

Não fizemos esta caminhada sozinhos e são muitas as pessoas a quem queremos agradecer.

Foram 6 anos de altos e baixos de uma aventura chamada Ship4You. Uma proeza que só tem sido possível com a ajuda e a entrega de todos:

– da nossa EQUIPA que nos ajuda, todos os dias, a atingir os objetivos propostos. Vocês são incansáveis e excecionais;

– dos nossos CLIENTES que confiam no nosso trabalho e, com a sua exigência, nos ajudam a crescer e a evoluir constantemente. Queremos continuar a melhorar a nossa qualidade com a vossa ajuda;

– dos nossos PARCEIROS por estarem connosco e com quem continuamos a contar nos próximos anos;

– por último, mas não menos importante, da nossa FAMÍLIA e AMIGOS, que nos aturam e ajudam a continuar em frente.

Queremos continuar a merecer a vossa confiança por muitos mais anos e com muita saúde, boa disposição e trabalho, muito trabalho!

Google e DECO juntos para uma maior segurança na internet.

Google e DECO juntos para uma maior segurança na internet.

Apesar da presença na internet ser, hoje em dia, um dado adquirido para a grande maioria dos portugueses, muitos não sabem como proteger os seus dados pessoais.

Google e DECO juntos para uma maior segurança na internet.

Apesar da presença na internet ser, hoje em dia, um dado adquirido para a grande maioria dos portugueses, muitos não sabem como proteger os seus dados pessoais.

Aliás, segundo o estudo do Eurobarometer 2015, 55% dos internautas portugueses não conhecem os riscos que a Internet contém. Por essa razão, a Google Portugal e a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) uniram-se para promover a segurança na internet e assegurarem a adoção de comportamentos mais seguros e a proteção dos dados pessoais por parte dos portugueses.

A iniciativa Net Viva e Segura junta estas duas organizações que criaram um site onde poderá encontrar regras e dicas a seguir para navegar na internet em segurança. Dicas essas que vão desde a configuração do smartphone para garantir a segurança nos acessos online, até à configuração de passwords ou conselhos sobre transações e compras online.

Além do lançamento do site, o projeto Net Viva e Segura está também a realizar as NETtalks – formações presenciais – espalhadas por Lisboa, Coimbra, Porto e Évora (sendo que a primeira já aconteceu), e um concurso para jovens portugueses que estejam presentes nessas conferências onde, para participar, terão que realizar um vídeo sobre o que aprenderam. As NETtalks têm a duração de 60 a 90 minutos para partilha de conhecimento, debate e reflexão sobre o mundo digital.

Consulte o site aqui e saiba se tem o comportamento correto para assegurar a segurança dos seus dados pessoais.

Portugueses passaram 10 milhões de horas em sites de Ecommerce o 3º trimestre do ano.

Portugueses passaram 10 milhões de horas em sites de Ecommerce o 3º trimestre do ano.

Os dados são do Netpanel meter da Marktest.

Portugueses passaram 10 milhões de horas em sites de Ecommerce o 3º trimestre do ano.

Os dados são do Netpanel meter da Marktest.

4 milhões e 473 mil pessoas, residentes no Continente, com 4 e mais anos acederam a sites de Ecommerce em julho, agosto e setembro de 2017, o que corresponde a um decréscimo de 5,3% comparativamente ao mesmo período do ano passado.

Um número que representa 75,5% dos navegadores de internet nacionais e 580 mil utilizadores únicos, mais 9% do que o período homólogo de 2016.

No mesmo trimestre, o estudo conclui que foram visitadas 848 milhões de páginas de sites comerciais, mais 11,5% comparativamente e que os portugueses dedicaram mais de 10 milhões de horas a estes sites (média de 2h15m por utilizador).

Fazendo uma retrospetiva dos 3 últimos anos, este valor é o segundo mais elevado pois apenas o 4º trimestre de 2016 foi superior tendo alcançado os 10,3 milhões de horas de navegação.

Esta informação foi retirada do Netpanel meter da Marktest que analisa o comportamento dos internautas portugueses ao longo do terceiro trimestre de 2017 que navegam a partir de computadores de uso pessoal.