No 2º episódio da nossa série The Fourmula, fique a saber o que poderá fazer com os cupões e mais….

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No 2º episódio da nossa série The Fourmula, fique a saber o que poderá fazer com os cupões e mais….
No 2º episódio da nossa série The Fourmula, fique a saber o que poderá fazer com os cupões e mais….

Descubra como potenciar o seu negócio unindo e-commerce e loja física.
Descubra como potenciar o seu negócio unindo e-commerce e loja física.
Com o acentuado crescimento do comércio online o conceito “Omnichannel” é cada vez mais relevante e importante numa estratégia de marketing. Os consumidores estão mais informados, exigentes e tecnológicos. Mas apesar de todas as oportunidades que as tecnologias trouxeram para os nossos dias, entre elas o e-commerce, o BigCommerce Study 2017 revelou que os consumidores ainda dão valor à experiência de fazer compras num espaço físico, apontando vários pontos que acabam por criar barreiras à escolha do e-commerce. Entre os pontos mais apontados estão a cobrança de taxas de envio, o facto de não poder experimentar os produtos, as dificuldades nos processos de devolução, os tempos de entrega, entre outros.
Mas como podem as marcas superar estas barreiras e unir os consumidores das suas lojas físicas ao lado mais digital proporcionado pelo e-commerce, mantendo uma estratégia de marketing uniforme?
Deixamos-lhe 9 dicas para uniformizar a experiência de compra dos seus clientes:
1. Compra on-line e recolha na loja: sendo as taxas de envio um dos pontos negativos mais destacados no e-commerce, uma solução que as marcas podem adotar é a permissão de comprar os produtos online e recolher os mesmos numa loja física.
2. Informação de stock: muitos consumidores não gostam de pagar adiantado e, mesmo com a possibilidade de reservar e pagar apenas no momento de recolha em loja, existem ainda consumidores indecisos que não gostam de criar este tipo de compromissos. Solução: ter uma base de dados de produtos sempre atualizada (stock) que permita aos consumidores procurarem um determinado produto, numa determinada loja e poderem, de acordo com a disponibilidade do produto e stock existente, tomar uma decisão com mais tempo. Um bom exemplo deste método são as lojas IKEA.
3. Comprar em loja, mas sair de mão livres: esta é uma nova abordagem que surge para tentar combater uma tendência que as tecnologias criaram nos consumidores – experimentar um produto numa loja física apenas para mais tarde o comprar num site e-commerce de um concorrente. Para combater este comportamento, algumas lojas começaram a oferecer este tipo de serviços de entrega “após compra em loja” sem custos adicionais para os clientes. É uma abordagem diferente, mas que proporciona conforto aos consumidores para combater o impulso de comprar online num concorrente com valores mais baixos.
4. Enviar promoções por SMS aplicáveis apenas em loja: segundo o estudo Statista 2018, as pessoas passam mais de 4 horas por dia nos seus telemóveis. Logo, utilizar uma estratégia de marketing com recurso a SMS parece ser um passo lógico, sendo este um dado cada vez mais relevante a possuir nas bases de contactos.
5. Otimizar o SEO para pesquisas “perto de mim”: os consumidores querem resultados rápidos e soluções que estejam ao seu alcance procurando lojas geograficamente perto, utilizando os motores de busca dos seus telefones e a sua geolocalização.
6. Possibilidade de troca e devolução em loja: uma das condicionantes mais sentidas pelos consumidores em compras e-commerce vs compras em lojas físicas, é a diferença da experiência de compra, nomeadamente a falta de ver, tocar, sentir e experimentar os produtos. Este tipo de limitações não tem propriamente uma solução, mas pode ser minimizada dando a possibilidade aos consumidores de trocar os produtos ou devolvê-los em loja, ampliando desta forma a sua experiência de compra.
7. Organize eventos e workshops na sua loja: possuir uma loja física é uma mais valia que deve ser utilizada de forma produtiva. Atrair os consumidores à sua loja é uma forma de os confrontar com os seus produtos e os seduzir com estratégias de comunicação e marketing. Eventos privados para clientes exclusivos online, workshop com participações limitadas entre outras ativações que cativem os consumidores e tirem proveito do espaço físico que possuir uma loja proporciona.
8. Otimizar os anúncios: uma mais-valia no avanço das tecnologias é a vantagem de ter informações disponíveis em todo o lado e a qualquer hora. Mas esta vantagem pode também ser uma limitação se a sua loja não estiver bem representada online, com site ou anúncios bem otimizados.
9. Criar experiências únicas em loja: tornar a experiência de compra em loja o mais agradável e apelativa possível, fazendo com que os consumidores queiram e gostem de ir à sua loja, mesmo que possua também a solução de e-commerce.
Tanto uma experiência online como uma experiência offline têm os seus limites e condicionantes. No entanto, se tentarmos analisar os pontos fortes e fracos de cada uma, conseguiremos arranjar sempre soluções que ajudam as marcas a contornar estes limites e a unificar a experiência dos seus clientes. Atraindo os clientes online para as lojas físicas e levando alguns clientes de lojas aos seus canais digitais.
O importante é ajudar os seus clientes a terem uma experiência única que os faça querer voltar à sua loja e os torne clientes cada vez mais fieis.
Um diploma publicado no dia 29 de março estipula que o prazo é até outubro de 2019.
Um diploma publicado no dia 29 de março estipula que o prazo é até outubro de 2019.
Ao contrário do privado que terá que estar em concordância com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados já a partir de 25 de maio, a administração pública e o setor empresarial do Estado vão ter até outubro de 2019 para o cumprir.
De acordo com o diploma publicado no dia 29 de março, finanças, tribunais, redes e serviços de informação de escolas, hospitais, entre outros serviços vêm agora o seu prazo alargado.
“É fundamental definir orientações técnicas para a Administração Pública, recomendando-as ao setor empresarial do Estado, em matéria de arquitetura de segurança das redes e sistemas de informação e procedimentos a adotar de modo a cumprir as normas do RGPD”, afirma o Governo no documento.
A União Europeia deu aos Estados-membros a possibilidade dos mesmos manterem ou aprovarem disposições nacionais que lhes permitissem ser mais flexíveis em relação ao Regulamento.
O Governo pretende, desta forma, ficar isento das multas que possam advir do incumprimento do RGPD pois considera que o mesmo foi delineado tendo em vista as multinacionais e não as administrações públicas que, segundo eles, não utilizam dados pessoais para negócio. Por essa razão, apesar do RGPD entrar em vigor já em maio, só em 2019 será preocupação para o Estado.
A Inteligência Artificial será o tema central do Digital Business World Congress 2018.
A Inteligência Artificial será o tema central do Digital Business World Congress 2018.
O DES Madrid 2018 realiza-se entre os dias 22 e 24 de maio, em Madrid, para falar sobre a transformação digital e as tecnologias que a compõe, com especial enfoque para a inteligência artificial.
Esperam-se mais de 18 mil executivos, 450 oradores internacionais e mais de 200 conferências para discutir os 6 temas mais comuns na implementação digital: curto prazo vs visão estratégica; experiência de cliente vs rentabilidade; segurança vs privacidade; legacy vs inovação e controlo vs rapidez.
Sendo a Inteligência Artificial o tema principal, o mote desta edição será “Facing Digital Avalanche” com destaque para a IoT, cloud, cibersegurança e blokchain.
O diretor-geral do DES 2018, Lluis Altés, diz sobre o evento: “Este ano queremos destacar o facto da digitalização estar aqui, e de ser imparável. Temos de preparar-nos para aproveitar as oportunidades que nos oferece”.
Por isso mesmo, entre os speakers convidados estão os melhores da área: Stuart Russel, líder em inteligência artificial no Fórum Económico Mundial; Aristedes Mahairas, responsável por Cyber Operations/Cyber Division do FBI, em Nova Iorque; Arun Sundararajan, especialista em economia digital e no impacto dos negócios nos novos modelos da nova Economia de Plataforma; Hanna Niemi-Hugaerts, responsável do IoT fórum Virium em Helsínquia (cidade exemplar ao nível das smart cities; Tamara MacCleary, que vai falar sobre o futuro do trabalho e o papel dos candidatos e empregadores.
As entradas variam entre os 60€ e os 1.500€ para os 3 dias dependendo do tipo de bilhete que pretende. Basta consultar toda a informação que pretende aqui e garantir o seu bilhete.
Esta é a primeira Conferência Tudo sobre Ecommerce e já está esgotada!
Esta é a primeira Conferência Tudo sobre Ecommerce e já está esgotada!
Esta conferência vai levar os participantes a conhecer casos reais de sucesso de lojas online portuguesas e a dar-lhes a oportunidade de aprender com pessoas responsáveis por projetos que faturam mais de um milhão de euros por ano.
Ficarão a saber como traçar o caminho para o sucesso do seu projeto de ecommerce e acelerar as suas vendas online, quais os investimentos que devem fazer, que métricas acompanhar e a importância que devem dar ao serviço de apoio ao cliente.
Como oradores, a Conferência Tudo sobre Ecommerce contará com nomes como Joana Fernandes, Director of Ecommerce Operations da Farfetch, Raquel Ribeiro, Digital Business Manager da Salsa, António Tomé Ribeiro, Head of Ecommerce & Omnichannel do El Corte Inglés Portugal, Jorge simões, Head of Ecommerce e Omnichannel da sport Zone e Pedro Paiva, EMEA Operations Director da Havaianas.
Os palestrantes irão partilhar a sua vasta experiência na gestão ou implementação de projetos de ecommerce, seja a título individual ou para grandes marcas nacionais.
Nesta conferência os participantes irão percorrer as várias áreas que compõem um projeto de ecommerce: desde a gestão do projeto, à logística, transportes, tecnologia e marketing.
Os bilhete já estão esgotados, mas pode ver toda a programação aqui.
Estamos na 4ª década digital com a explosão da utilização da internet e das redes sociais levando, consecutivamente, ao crescimento exponencial do comércio eletrónico no mundo inteiro.
Estamos na 4ª década digital com a explosão da utilização da internet e das redes sociais levando, consecutivamente, ao crescimento exponencial do comércio eletrónico no mundo inteiro.
Segundo este artigo do Jornal Económico as palavras-chave do e-commerce para 2018 são conteúdo, comércio, comunidade, contexto, personalização e pesquisa vertical.
Depois de analisar os resultados alcançados pelo e-commerce em Portugal em 2017, a ACEPI revelou as principais tendências que se esperam nesta área para 2018.
Desta 4ª década digital, dominada pelo incremento exponencial da utilização da internet e das redes sociais, resultaram os mais diversos modelos de e-commerce desde os utilizados pelas empresas para vender a outras empresas (B2B), aos consumidores (B2C) e ao Estado (B2G).
Mas é a experiência do cliente a que mais preocupações revela face aos modelos de negócio tradicionais uma vez que as transformações digitais trouxeram grandes mudanças na forma como os consumidores comunicam entre si e com as marcas, e no modo como efetuam transações comerciais.
Como podemos ler no artigo do Jornal Económico, Alexandre Nilo da Fonseca, presidente da ACEPI, além do novo perfil dos consumidores 4.0, o e-commerce vai também “consolidar-se acentuadamente em 2018” refletindo a célere transformação digital que está a decorrer em toda a economia e que é dominada pela cloud, o mobile, o big data e as redes sociais.
Se procura ser bem-sucedido no capítulo da digitalização em 2018, a ACEPI tem alguns conselhos para si: “novas audiências e fontes de receita; novos modelos de negócio; desenvolvimento de produtos e serviços centrados nos clientes; CRM; estratégia opticanal; eficiência operacional; novas competências de recursos humanos e talentos, bem como considerar novos canais de distribuição”.
Espera-se também uma melhoria, ou até mesmo uma estabilização, da experiência de e-commerce através de vários dispositivos, como por exemplo, começar uma compra no telemóvel e terminá-la num desktop (ou ao contrário!). Desta forma, é imperativo que estes novos modelos de negócio contemplem, necessariamente, não só o online mas também as redes sociais, o móbile e as lojas físicas (cuja tendência é para se tornarem cada vez mais um showroom).
Alexandre Nilo da Fonseca aconselha, por isso, que “neste contexto, é preciso conhecer profundamente o consumidor, impulsionar melhores recomendações, utilizar sistemas de previsão rigorosos e abrangentes, e retirar partido dos benefícios oferecidos pela Big Data”.
Por último, realçar também o facto de que o consumidor quer poder comprar em qualquer canal da mesma forma, e os mesmos produtos ou serviços, com o mesmo tipo de atendimento, pagamento e entrega. Aqui, o desafio dos retalhistas passa, por isso, por traçar um caminho em que terão que oferecer experiências cada vez mais personalizadas e consistentes, transversais a todos os canais, de forma a conseguirem melhorar os níveis de fidelização e, consecutivamente, aumentarem as receitas.
Apresentamos-lhe The Fourmula: uma série documental sobre a relação da Ship4you com os seus clientes.
Apresentamos-lhe The Fourmula: uma série documental sobre a relação da Ship4you com os seus clientes.
Cada episódio pretende retratar de uma forma simples e direta como os serviços da Ship4you respondem às mais variadas necessidades, adaptando-se às diversas realidades empresariais. Os casos expostos ao longo dos episódios são verídicos, mas descritos de forma ficcional. Uma oportunidade única para ficar a conhecer alguns dos nossos serviços como nunca antes foram expostos e demonstrados.
